quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Registro 2


Nemésio Prata Crisóstomo


Aos amigos 228, 180 e 134 (na ordem decrescente numérica mas "equalizada" pela amizade!)

Não é lá do meu querer
Quero deixar muito claro
No entanto o meu faro
Não me deixa esmorecer
A colher eu vou meter
Na conversa dos amigos
Onde encontro bons abrigos
Quer um queira outro não
Pois é tudo meus "irmão"
Inté o pé do umbigo!

Do Nogueira do avião
Já falei mais de uma vez
Tá ficando é freguês
De tanta bajulação
Mas não se importe não
Pois eu falo com prazer
Cabra bom eu tô pra ver
Viajando mundo a fora
Levando sem mais demora
Alegria e bom viver!

E também o Doutor Mosca
O famoso fliegmeister
Bom demais no seu mister
Que nunca dormiu de touca
E nem tem a fala rouca
De mansinho vai falando
Um Dois Três vai ensinando
Com tamanha maestria
A difícil geometria
Pro futuro "doutorando".

O Zé Júnior meu irmão (138-Zé Jr)
Coronel e corredor
Nas pernas tem é motor
Parece até caminhão
Nas estradas do mundão
Disputando maratona
No meio dos "cinquentona"
Sempre do meio pra frente
Alegrando a nossa gente
Deixando muitos na "lona"

Estes versos eu os faço
Com profunda alegria
Pois sabendo que um dia
Ocupei um bom espaço,
E ainda resta um traço,
No "querer" de cada um.
E que de modo algum
O bom Deus queira que não
Saia eu do coração
Desses "amigo" em comum!

Já que eu falei em Deus
Deixo aqui uma mensagem
Bem ligeira, de passagem
Para estes que são meus
Bons amigos! Viu Mateus?
Tá ouvindo Zé Pequeno?
Vamos sair do sereno
E buscar o bom abrigo
Do nosso maior amigo:
Jesus Cristo Nazareno!

Este é o "repente" do Coroné.

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